DISCURSO PELOS 200 ANOS DE TURGUÊNIEV

Em 24 de agosto de 2021: O discurso mencionado, de novembro de 2018, foi inteiramente incorporado, ainda que com modificações, em meu livro LITERATURA CONTRA IMOBILISMO NA RÚSSIA DO SÉCULO XIX.

Carlos Novaes, 11 de novembro de 2018

[Com modificações no arquivo do link em 13/11/2018]

No último dia 7 participei de evento comemorativo dos 200 anos de nascimento do escritor russo Ivan Turguêniev (1818-1883).

10 pensou em “DISCURSO PELOS 200 ANOS DE TURGUÊNIEV

  1. Vivian

    Saudações, Carlos Novaes.

    Gostava de assisti-lo no JC, especialmente para aprender e me deliciar com o farto vocabulário de nossa riquíssima língua portuguesa que você tão bem maneja. Ainda tenho guardadas e utilizo algumas de suas belas construções da língua, uma delas é o “mobiliário mental”. Hoje, tenho a mesma satisfação ao ler seus textos, agora muito mais por sabê-lo leitor de literatura. E devo dizer que o Turguêniev é um autor instigante, daqueles que nos dessossegam e incitam a ir além da obra como um produto meramente estético. Gostei de sua análise preliminar sobre a obra e não acho que deva se escusar por não ser da área da crítica literária. Penso que a boa crítica/reflexão é aquela que profana, esmiúça, alarga, esgarça a obra e nos possibilita refletir mais ricamente sobre o mundo, as relações humanas, a vida… Lembro-me de ser motivo de riso quando cursava Ciências Sociais e sempre utilizava a literatura como uma forma de alargar a teoria, a percepção, as perspectivas. Contudo, aquilo não me incomodava nem diminuiu meu apreço e dedicação pela literatura. Ao contrário, sou cada vez mais promíscua em matéria de ficção (e não ficção): procuro sempre ler autores de distintas épocas e nacionalidades. E meu apreço pelos russos (mas não apenas!) é dos mais duradouros, desde que li pela primeira vez um conto de Tchékhov há algumas décadas. A propósito, você já leu a Ilha de Sacalina? Agora lerei seus outros dois textos sobre o Turguêniev. Obrigada por disponibilizar esse delicioso regalo.

    Abraços cordiais e russófilos,

    Até mais, Vivian.

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    1. Carlos Novaes

      Puxa Vivian, muito generosas e encorajadoras as suas palavras. Nao li o livro que voce mencionou, vou coloca-lo na lista.
      Quanto a Turguêniev, estou terminando a PARTE II do novo trabalho sobre a relação que vejo entre Eugênio Oneguin, de Puchkin, e Notas de um caçador, de Turguêniev.
      Um abraço. Novaes

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    2. Carlos Novaes Autor do post

      Vivian, informo que o discurso mencionado de novembro de 2018 foi inteiramente incorporado, ainda que com modificações, em meu livro LITERATURA CONTRA IMOBILISMO NA RÚSSIA DO SÉCULO XIX, que publiquei em .pdf em julho passado. Se for o caso, veja na aba LINKS. Abç.

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  2. Pedro

    Estou curioso para saber o que vc está pensando sobre todos esses absurdos que estão acontecendo.
    O que vc pensa sobre a oposição ao governo? Há alguém que se destaca na luta contra todos esses absurdos? Como o campo democrático pode se fortalecer?
    E a grande mídia? Está sendo conivente ou está atuando de modo correto? Como vc vê esse processo de contestação de cientistas, pesquisadores, professores e jornalistas? Não precisaríamos de mais gente do campo democrático atuando no YouTube e em outras redes sociais? Como dialogar com quem acha que tudo que a imprensa publica é falso? Como criar um mínimo de consenso?
    Torço para vc voltar a escrever logo.
    Um abraço

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  3. Luciana Mayrhofer

    Carlos, o cenário do Brasil de hoje está tal qual você havia descrito. É muito triste, não é mesmo? Você acha que algo vai mudar com essas reportagens sobre o Moro?
    Se puder, volte a escrever. Você é o a melhor pessoa para isso hoje.
    Obrigada

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  4. Alisson

    Tenho olhado quase diariamente para saber se escreveu algo novo por aqui e tenho certeza que eu e o Eder não somos os únicos…abraço prof. CARLOS NOVAES

    Att.
    Alisson

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      1. Eder

        Eu que agradeço, graças a vc hj enxergo melhor muita coisa, independente mas com lado, o lado da igualdade social, te amo desde o jornal da Cultura, mil abraços! Não deixe de aparecer por aqui, faz muita falta

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